sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Sobre tempestades e bonanças
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Tempo...
Já que me orientei mal devido a tudo isso, hoje falo por ele, o senhor de todos os senhores, um dos deuses mais lindos.O tempo.
Como o tempo faz bem, embora alguns prefiram dizer o contrário. Mas eu falo por mim, prezo todos os dias pelo meu 'senhor'. E agradeço a ele por tudo que tem feito por mim.
Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir, digo, as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações... enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que o seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo - não sou tão velha assim, tô fazendo um apanhado do tanto que já vivi até hoje, obviamente. Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidades na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década. Não me entenda mal, a rotina é essencial para a vida, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos, li isso em algum lugar um dia desses...
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
O que você vai contar....?
Eu vou contar que:
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Pós-party
Eu adoro os pós-parties! Tem hora que é melhor que a própria festa... e se ainda tiver sobrado uma vodka na geladeira, não tem erro.
Nesse final de semana não foi diferente. Ou quase!
E coube a mim, introduzir o programa de galera.
O histórico ônibus... empurrões, falta ar e dessa vez, teve até composição de funk (fight 1). Como de praxe, nem todos entraram no bus. Mas a parte da galera que entrou e chegou mais cedo, encontrou um 'sofá' no meio da rua! Is it possible? hahaha
E digo mais, o sofá veio pra casa ao som de "Sofá, sofá assim você me mata!"
Como se não bastasse os colchões estendidos no chão da sala, o sofá que já existe na república e mais um que chegou nesse dia, teve gente brigando por quarto! (fight 2)
Mas o melhor de todos os pós-parties, é aquele que dura a semana inteira, igual aquele do filme "Se beber, não case" que as cenas são revividas durante os dias e relatadas por outras pessoas, porque os protagonistas não lembram o que de fato ocorreu... mas essa é outra história, não é, thelicianas?! hahahaha
Enfim, quando a gente acha que tá tudo perdido, digo, que a festa acabou e que não tem mais diversão, chega o pós-party com tudo e é claro, ele é sempre bem-vindo! o/
Chegue mais!
domingo, 6 de novembro de 2011
ta na na na na na na... Batman!!!
Muuuiiito louco, doidão...... ♪
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Já que não dá pra se declarar para os mortos...
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Como tudo começou
Me deu vontade de contar sobre como caí de pára-quedas na República The lícias. Esses pequenos detalhes vão se perdendo com o tempo, mas não deveriam... É muito bom lembrar do início, do meio e do fim das coisas (do fim, nem sempre), e compará-los, ver o tanto que a gente mudou e muda o tempo todo.
Quando fui procurar uma república para morar, haviam vários cartazes pelas ruas oferecendo quartos (coisa de cidade universitária) e também anúncios no orkut (onde?). Li alguns que diziam: “bom ambiente para estudo”; “meninas responsáveis”; “ambiente familiar”; “convivência tranqüila”; “casa silenciosa”;etc. Descartei esses logo de cara.
Procurei os lugares mais próximos à Universidade (confesso mais uma vez aqui a minha preguiça; morar longe seria um pretexto para matar muitas aulas), liguei para o primeiro número da minha lista e, por alguns acasos, acabou sendo o único que combinei de ir ver o local. Fui e não fiquei muito impressionada com o lugar, a casa era meio velha (um prédio velho, feio, perto do Helinho, diria mais tarde a vizinha – mundo pequeno, essa é outra história que deve ser contada aqui). Quando entrei, vi uma estante com uma coleção de garrafas de bebidas (alcoólicas). Olhei ao redor e vi uma parede toda rabiscada com assinaturas e frases, por assim dizer, “engraçadinhas”. Para fechar com chave de ouro, a menina me apresenta o mascote da casa, um côco podre (sim, podre), conhecido como Vilson em homenagem ao famoso Wilson (do Náufrago).
Tirando essa última bizarrice (onde já se viu, personificação de frutas mortas? Esse mundo tá perdido!), decidi na hora que ficaria por ali mesmo. Não me levem a mal, não sou nenhuma devassa que só se sente bem em ambientes também devassos. Não é nada disso... Mas se tem duas coisas que aprendi com a vida, uma é que não existem seres humanos perfeitos, que fazem tudo certo, são cem por cento puros, convivem em plena harmonia sempre, não fazem barulhos, só pensam em coisas santas... Com exceção da bailarina do Chico Buarque, talvez. E a outra é que as aparências enganam, ah se enganam! Nem os homens mentem mais do que as aparências... (E olha que 99% do que eles dizem é mentira, hein! Verdaaaade, existem estudos sobre isso... Mas a porcentagem fui eu que inventei, mesmo, não resisti). Por isso não tento ser ou me passar por perfeita, sem falhas. Por isso também que não procuro pessoas perfeitas para conviver, elas não existem...
Melhor terminar por aqui antes que a história de como entrei para a república vire uma discussão filosófica. Foi mais ou menos assim que tudo começou (para mim). À partir daí conheci ex-moradoras, escrevi na parede também, contribuí um pouquinho (beeeem pouquinho) para o aumento da coleção de garrafas, chorei (sim, eu chorei, pessoas incrédulas, escondido, ninguém viu, mas já chorei um pouco bom nessa república e na vida então, ixiii, nem se fale), sorri, emoções vivi (breeega!)... Surgiu o símbolo da república, surgiu o blog, a pia entupiu (30 vezes), a chave do chuveiro caiu (395 vezes), a sala morreu, a sala ressurgiu das cinzas (aff), o computador estragou, a televisão estragou, a comida acabou (987 vezes).... Vida de república pode até dar liberdades e ensinar sobre a vida, mas não é fácil. E nunca, nunca mesmo, é um luxo. Mas quase sempre é uma the lícia...