quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Uma lição de vida

Eu podia contar-lhes sobre o quanto foi linda a minha viagem a Recife, o quanto as praias são fantásticas, as boates bombantes a turminha contagiante e etc...Mas isso eu conto outra hora, e voces vão se cansar de escutar sobre as histórias de la (podem acreditar).
Eu prefiro dar enfase a um momento marcante que me aconteceu la (Em Recife). Numa noite quente e convidativa, eu e mais tres amigas ( Keli, May e Thefa) resolvemos dar um pulo na beira da praia para ver os gatinhos (aqueles possiveis aniverssariantes do dia). Andamos um pouco na praia, conversamos, rimos, soltamos umas cantadas e tal e nos cansamos, resolvemos voltar ao Ap, pois no nascer do sola praia nos aguardava novamente.
Ao passar pelas ruas da capital, deparamo-nos com uma cena surpreendentemente triste. Um homem aparentemente humilde, se debatia no chão,
com espuma na boca, e cravando as unhas no chão (tinha uma expressão de muita dor).
Nos desesperamos, na tentativa de ajuda-lo, não sabiamos o que fazer. Algumas das meninas foram buscar ajuda com a polícia, eu e May ficamos. Eu ali, estagnada vendo o homem quase morrer na minha frente, sem saber o que fazer. Me sentir tão inútil tão ridícula, eu tinha medo de tentar fazer alguma coisa e piorar a situação. Foram se aglomerando mais pessoas e um homem o virou e consegui dar lhe o remedio que estava no seu bolso.
Neste instante as lágrimas ja não se contiam mais, eu chorava feito uma criança. Ao melhorar o homem dizia que tinha muita fome, um homem que estava la no momento deu a ele $50,00, mas ele continuava a dizer que tinha muita fome. Eu e May nos movimentamos e fomos ao Ap buscar algo para ele comer.
Pegamos a comida que tinha pronta e carne na geladeira, nem tinhamos tempo para esquentar, nem explicar as demais o que ocorrera.
Eis então a cena mais chocante que ja vi em toda a minha vida. O homem comia numa velocidade (ele estava desesperado de fome), rasgava
a carne como quem não comia isso a anos (Esse cena não sai da minha cabeça).
A polícia chegou, May e mais outras pessoas deram mais dinheiro a ele, e ele nos contou que naquele momento anterior a ele passar mal, ele estava indo buscar uma cesta basica para seus filhos se alimentarem, e não tinha tomado o remedio porque não
pode tomar com estomago vazio.
Neste dia, eu e as meninas estavamos la, para ajudar, e nos dias que virão?
Eu sei, sempre soube que existe miséria no Brasil. Mas neste dia Deus esfregou isto na minha cara.
Da pra ter coragem de reclamar da vida ainda?

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Chega de saudade!

É isso mesmo. Não estou falando do apego a algo/alguém que já esteve perto e que agora está longe. Essa saudade é boa (quando a coisa/pessoa ainda faz parte da nossa vida, apesar da distância), e por mais que gere uma dose de melancolia, é muito gratificante quando o reencontro ou a lembrança acontecem. Estou falando do apego a algo que não pôde ser. É o tipo ruim de saudade. Aquela que aparece quando você menos espera, num domingo qualquer, e te deprime. Como se um domingo, por si só, já não fosse deprimente. À partir daí a lembrança do que poderia ter sido (MAS NÃO FOI) passa a te perseguir por dias. É o ‘poderia’ que não coloca o fim nas coisas. E a verdade é que ele muito menos coloca um início.

É muito difícil abrir mão da companhia da saudade ruim, porque ela mostra fórmulas que mesmo não tendo alcançado o sucesso, tinham tudo para alcançar. Quase ter acertado uma vez acaba sendo melhor do que errar sempre. É bom frisar que não é porque o nome é saudade ruim, que o(s) fato(s) ou a(s) pessoa(s) lembrados sejam ruins. Chamei de ruim apenas pelo fato de que o saudosismo, nestes casos, não gera frutos positivos.

É nesse ponto que esse texto vira uma bola de neve com os outros dois últimos aqui publicados. Em primeiro lugar, usando a metáfora da gaveta da Dany, é necessário selecionar qual é a saudade boa que merece ser cultivada e qual é a saudade ruim, que deve ir direto para o lixo, sem dó nem piedade, e sem acumular ou ocupar espaço de outras coisas na gaveta. Em segundo lugar, o comodismo que o texto da Rafa retrata, ajuda a arrastar essa saudade, essa possibilidade, esse futuro do pretérito. E pode até funcionar por um tempo. O comodismo ajuda a gente a fingir acreditar que lembrar é viver. Mas não é, e no fundo todos sabemos. Mesmo que a gente tente cozinhar uma memória pelo maior tempo possível, não temos como controlar a vida, e uma memória será sempre uma memória, nada mais.

Conclusão: limpe as gavetas, “rasgue as coisas velhas da lembrança”, e tchê tcherere tchê tchê (seja lá o que isso signifique, rs). Afinal, dizem que existe um mundo inteiro de possibilidades esperando por todos láááa pros lados de lá (onde exatamente eu não sei)...


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Hábitos!

Há três verbos que eu queria excluir do meu vocabulário nada extenso: Acostumar, acomodar e lembrar. Não gosto dos três de um modo geral.
Coisa mais chata essa, de se acostumar com as coisas... e acomodar então?! Nem se fale. O lembrar, vejo alguns pontos positivos, mas lembrar nem sempre é bom.
Eventualmente, são os verbos que mais usamos, ou pelo menos eu uso sempre, até mesmo sem perceber.
Por exemplo, a gente acostuma acordar cedo todos os dias e ficar sem as oito horas de sono necessárias. A gente se acostuma com a falta de pai e mãe, de amigos e parentes queridos. Se acostuma a não receber 'bom dia' e a ignorar quem te ignora. A gente se acostuma até com os problemas de saúde (eu que o diga não é, thelicianas?! hahaha).
Se acostuma com a cama vazia ou até mesmo com ela cheia. A gente se acostuma a esperar alguém ligar, e se esse alguém não ligar, a gente se acostuma a dizer que ele sumiu, ou que não gosta mais da gente. Acostumamos a esperar, a receber...
A gente se acostuma a engolir sapos e vespas. Se acostuma a não mandar mensagens como antigamente. Se acostuma com a certeza, com a dúvida e com o medo. Se acostuma com as manias mais loucas possíveis, tipo aquela de arrumar os garfos e as facas da cozinha. Ou aquela mania de gostar das coisas velhas (essa é a minha preferida, eu acho), não curto muito essa história de mudar tudo de uma vez, sabe?! Apego? Não sei se é bem isso. Comodismo? Talvez...o que eu sei é que não gosto muito de seguir outra direção diferente daquela que já tinha determinado antes e isso, em todos os sentidos da vida. Mas, enfim, não dá pra fazer sempre o que se quer.
Em suma, a gente se acostuma com tudo. E acompanhado disso, vem o comodismo que a meu ver, é pior ainda.
E assim, passamos horas e horas do dia lembrando de como as coisas eram há um tempinho... coisa mais maluca a vida, não é?! Mas infelizmente (ou felizmente pra alguns), essa é a ordem natural das coisas. A gente se acostuma com tudo.
As coisas mudam, as pessoas mudam e os hábitos também.
Todo mundo precisa de uma certa mudança um dia. Mas eu, particularmente, queria modificar as minhas coisas ao meu modo e no meu tempo... sim, estou com sede de mudança, mas não quero arrastar meus móveis, nem desentortar os quadros, entende? Quero desabitar meus hábitos e só! Sem me acostumar tanto com tudo que não possuo mais. E, principalmente sem voltar no passado em pensamento e lembrar daquilo que já se foi. Afinal, "A vida sempre continua..."
O fato é que devíamos acostumarmos a não nos acostumar tanto.

domingo, 25 de setembro de 2011

Dica de uma quase Dona de Casa...

Hoje é domingo, dia de super faxina, mas prova sexta que vem, então foi faxina só para garantir o mínimo de higiene no meu lar doce lar! Daí eu estava pensando: ‘’será que toda casa é igual a minha que tem uma gaveta que tem por nome de “gaveta da bagunça”, “gaveta de tudo dentro”?! Uma gaveta no qual vc coloca tudo aquilo que, PROVAVELMENTE, vc não vai precisar mais, mas que vc não vai correr o risco de jogar fora! Ou tudo aquilo que não se encaixa em nenhuma outra gaveta, por exemplo: não da para colocar a coisa na gaveta de remédios pq se não vai bagunçar la! São coisas que não precisam de uma gaveta só para elas, ou coisas inúteis que vc insiste em guardar! Só que para evitar a bagunça nas outras gavetas vc bagunça essa gaveta...e olha o que vc fez: vc arrumou uma gaveta para guardar a bagunça que vc não quis, ou não pode, arrumar, e vc deixou uma “gaveta para bagunça” para não bagunçar outra gaveta! Parece loucura né?! Se ngm faz isso, bom eu faço!

Eu tenho uma gaveta para jogar todas essas coisas que nem deviam ser guardadas mais, ou que não precisam de uma gaveta toda para elas...Só que, caraaaa, chega uma hora que sua “gaveta de bagunça” tem mais coisas que todas as outras gavetas e aí pronto...vc tem uma gaveta cheiaaaa de bagunça que não cabe mais nadaaa! O que fazer agora? Abrir aquela gaveta, sentar, olhar coisa por coisa, avaliar o grau de importância de cada pecinha que tah ali e ver o que vai para uma gaveta nova, o que vai ser guardado novamente naquela gaveta e o que vai pro lixo. Sim o lixo é o destino final de tudo o que vc guardou na gaveta da bagunça e agora tem certeza de que não precisa mais. Mta gente pensa “se vc vai jogar no lixo agora, pq não jogou antes?” Ai pessoas super bem resolvidas, eu não sou assim!! Não mesmo! Até ter certeza que não vou precisar mais daquilo, não me desfaço da coisa! Além disso, eu sou mto saudosista, adoro guardar coisas não pelo que elas são, mas pelo que elas me lembram! Então, pode parecer loucura, mas enquanto eu não estou 100% segura para me desfazer da coisa eu deixo ela na gaveta! Eu sei, isso é um tanto quanto ruim! Faz com que algumas coisas ocupem espaço de bagunças mais importantes, mas sorry, enquanto eu não acho que a coisa deva ir pro lixo...dificilmente alguém vai me fazer jogá-la no lixo. E não precisem se estressar e me mandar jogar a coisa logo no lixo (minha mãe sempreee faz isso), chega uma hora que eu jogo, eu sempre jogo. Posso até demorar mais que algumas pessoas, o que importa é que no tempo certo a coisa sai da gaveta da bagunça e vai pro lixo, para que outra coisa entre na gaveta da bagunça...pq a gaveta da bagunça nunca tem fim!!

Vc pode fazer mil faxinas naquela gaveta que sempre vai ter coisas que vc vai deixar la...seja pq vc tem medo de jogar fora e um dia vá precisar daquilo, seja pq vc realmente acredita que precisa daquilo...ou pq vc se acostumou a ter aquilo...

De uma forma ou de outra sempre vão ter coisas dentro da gaveta da bagunça! O importante é fazer de vez em quando essa faxina nessa gaveta e de boa, se vc assim como eu tem uma gaveta dessas em casa, faça a faxina sempre que possível, não deixe acumular... dá mais trabalho e vc acaba não conseguindo organizar a bagunça como é preciso! Pq o lance num é acabar com todas as coisas, jogar tudo no lixo e por um fim na gaveta da bagunça...o lance é organizar essa bagunça (organizar a bagunça parece contraditório né?! Hehehe) de um jeito que vc saiba tudo que tem na gaveta e saiba pq está guardando aquilo e que no momento certo vc vai dar o destino certo para a coisa! Para quem tem uma gaveta da bagunça tah aí a minha dica: não vamos jogar tudo dentro dela e deixar ela encher para depois organizarmos, vamos colocar só o que realmente não tem um local adequado naquele momento, ou que não temos tempo para achar um lugar adequado, e organizar a bagunça sempre que possível!

Minha gavetinha da bagunça anda até vazia ultimamente...Poucas coisas dentro dela!! Tomara que os dias de mtos afazeres não me faça jogar coisas dentro dela que não precisem de estar ali!!!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A grama do meu jardim...

Quando a casa tá uma bagunça, sempre tem alguém que vem e impõe ordem na baderna!
Pois retomemos nossas atividades!
Confesso que essa vida de escrever aqui não é muito fácil: temos a nossas próprias expectativas sobre o blog e também o medo/vergonha de que está lendo não achar nossa vida nada interessante.
Aliás, acho que a minha vida não é em nada interessante. Assim como as outras pessoas do planeta eu tenho problema, sofro, choro, fico angustiada e blá blá blá. Nada muito diferente do resto do mundo.
Exceto pelo fato de que estou dizendo isso.
Essa onda de facebook, de vida virtual, rede social faz a nossa vida e a vida dos outros muitas vezes parecer o que não é. E pior: que a vida é feita de extremos. Ou tem alguém que sempre é muito depressivo, outros felizes demais. Demais mesmo.
Parece que o jardim dos outros é mais verde.
Daí fico com essa impressão de que não tem nada interessante acontecendo comigo, simplesmente porque outras pessoas estão expondo na rede vidas maravilhosamente boas.
Claaaaaro que eu mesma não fico expondo por aí meus mais íntimos problemas, e de certa forma acho que ninguém nem deve fazer isso mesmo. Mas é sempre bom uma sacudida pra lembrar que a vida virtual é isso aí: v-i-r-t-u-al. A vida real acontece aqui fora. E nem sempre com muito glamour.
Aliás, deixa eu parar por aqui que a pia tá cheia de louça suja pra lavar. Fui!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

“...Nadando contra a corrente só para exercitar todo músculo que sente...”

São Cazuza das Causas Escandalosas que me perdoe por utilizar sua música em vão, mas essa frase faz cada dia mais sentido. O certo é que a constante sensação de nadar contra a corrente nas mais diversas situações da vida, acaba cansando... No final você nem sabe mais ao menos o motivo por ser contra. Nem contra o quê você está. Por que todos estão indo naquela direção favorável, pela trilha segura, enquanto você vai pela outra, de encontro a “Deus me livre”? O seu caminho escolhido é sempre o mais difícil, o do contra, o que exige mais de você.

A direção certa é a direção em que (quase) todos estão nadando também, mas porque se conformar em ir para onde todos estão indo, não é? Porque além de cansar, nadar contra a corrente muitas vezes é inútil e não leva a lugar nenhum. O problema é que mesmo sabendo disso, a busca por algo diferente do comum, algo excêntrico, um sei lá o quê, continua te empurrando pra uma direção desconhecida. A vida tem que ter algum significado maior do que apenas viver e seguir a maré... O negócio é continuar indo contra a corrente, mesmo cansado, mesmo sem saber o porquê... Porque, hein? Porque? Me responde São Cazuza, me responde!

- “...Pro dia nascer feliz. Ah, essa é a vida que eu quis!...”

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Acontece...

Segunda à noite. O dia foi cansativo como sempre. Acordei cedo, depois de um final de semana bem agitado, não consegui descansar como devia ter feito. Enfim. Fui fazer o sempre. Ocupar meu tempo com besteiras. Aguardo ansiosamente por algo. Deslizo o dedo sobre o objeto e vou observando as peripécias alheias. Reclamo com as meninas daqui de casa “tá demorando”. Elas me perguntam se é o lanche que tô preparando. O que é? Não sei. Sei que tá demorando. Descanso uma das mãos na testa, posição de gente preocupada com algo que está por vir. Me arrependo de ter feito o que fiz mais uma vez. Mas não consigo sair dali. Preciso terminar o que comecei a fazer. As meninas contando o que rolou no dia delas e eu aqui, esperando por algo que eu queria que não viesse. Vejo todo mundo falando das festas do final de semana, as pessoas forçando falar qualquer absurdo ou piadinha sem graça pra se mostrar presente. Eis que aconteceu de novo. Não sei por que me surpreendo com isso. Mas parece sina, sabe? Mesmo assim, prefiro pensar que é pura coincidência. O que eu estava esperando, chegou. Uma maldita atualização. Uma foto, um comentário, uma frase que seja. Frustação desnecessária. Como de praxe. Devia ser proibido acessar as redes sociais pós- weekend. Seria melhor, menos frustações. Porque tem coisa que gente nem procura, não mesmo. Mas alguém lá em cima parece que quer te deixar alerta, ou te cutucar de uma forma sutil, escancarando uma atualização na página de maior acesso dos últimos tempos. (Se é que me permita usar o paradoxo).Ou simplesmente, te dar um incentivo para novas possibilidades da vida. Adoro! Mas ahh Rafa, você deveria saber. É sempre assim. E não, essa não é a resposta da pergunta que você se faz todo dia quando se levanta. Não pode ser. Finalmente, já tenho que fazer: sair de onde estou e me divertir da cena deplorável que acabei de vivenciar. Eu, indiretamente, procurando merda na internet, com o perdão da palavra.Vamos acompanhar os próximos capítulos. Afinal, há sempre algo a ser esperado. Nunca tem fim. Se pensarmos nisso positivamente, não é nada mal! Só dá mais coragem, e é isso que a vida quer da gente, coragem!

Rafa de Sena

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Uma boa redação

Nildany Reis e Brito, 21 anos, nascida em Santa Rita do Ituêto Mg, morando em São Luís do Maranhão e com muitaaaa história! Primeiro: Confio mto no blog hehehe... Não pq eu confie facilmente nas pessoas (MTO PELO CONTRÁRIO), mas a vida fez com que as relações virtuais ganhassem grande importância para mim! Ou vcs acham que da para manter contato com amigos de 5 cidades diferentes só por cartas e sinal de fumaça? Deus abençoe a internet! (mta gente vai dizer aqui que a internet só cria a falsa ideia de que estamos perto, qnd na verdade diminuímos o número de relações interpessoais de verdade...blablablablablaaaaa)! Para mim a internet é o meio mais barato e rápido de dizer para as pessoas que importam o quanto eu gosto delas (sou meigaaa)!!Uma boa redação...mta gente deve tah pensando:” essa menina deve escrever mto bem para dar para o post dela o título de boa redação”, mtooo pelo contrário! Na verdade eu dei esse título pq desde os meus longos anos no cursinho nada é mais difícil para mim do que escrever sobre algo que não tenha um tema definido, um número de linhas definido, regras de estruturação... É, anos do cursinho me fizeram um "robozinho de escrita"! Será que o blog vai ajudar a mudar isso?? Tenham paciência comigo...com o tempo talvez eu aprenda a sentar aqui e digitar monte de coisa sobre o que estou sentindo ou pensando como já fizeram minhas mais lindas the licianas!! (elas escrevem mto beeem msm)...

Então primeiro pensei em definir um tema para o post: Sobre meu dia na UTI e os terríveis casos que vi la? sobre o pai que encontrei chorando pq a filha de 7 anos tinha morrido em um acidente de carro? sobre meu estágio no laboratório de genética? sobre minha casa que vive bagunçada por mais que eu arrume? sobre o calor da cidade? sobre a distância? Sobre os psicopatas que aparecem todo dia na minha vida? sobre a fome mundial??? Putz não sou boa nem para definir temas...Aí eu não defini um tema, e comecei a escrever assim msm...e aqui estou eu...linhas, linhas e linhas escrevendo sobre minha dificuldade em escrever (tema chato né?! Hehehehe)! Eeeeee siiiim, pode ser um reflexo da minha dificuldade em lidar com temas subjetivos!!! Ahhh a subjetividade da vida...como isso é difícil pra mim...seria um bom tema! Talvez na próxima redação né?! (Se as meninas ainda me deixarem fazer parte do blog hehehe)

Enfim, utilizando das últimas linhas que me restam e do resto da paciência de todos quero só contar que a República The Lícias foi a mudança que eu precisava na vida! Pensaaa, eu conheci Rafa em uma copiadora qnd eu estava indo fazer minha matrícula para direito na ufv! Eu não queria fazer direito e nem morar em Viçosa! Aí fui morar com Dessa e Rafa (Claro que aí que naum quis morar mais em viçosa msm hehehehe...mentirinha)! Depois fui apresentada a Zana...Depois a Carol! E no intervalo dessas apresentações aí muita gente apareceu, muita coisa aconteceu e muito sobre tudo isso será contado aqui...aguardem os próximos capítulos!!

Beijos the licianas e the licianoooos!!! :**

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

23:42, será que dá tempo? rs.
Olaa Thelicianass e companheiras....
Demorei, mas apareci rs.
Poís bem, desde cedo estive pensando em que escrever, e não me surgia nada, pensei, talvez depois de uma dose de formol as idéias fluam ne.... Mas nada aconteceu. Acreditem se quiser, eu sou a mais quietinha e caladinha da Rep, dificil de interagir, muito, extremamente tímida, kkkk.
Nada disso,o que acontece é que diante de companheiras tão ilustres, Uma jornalista formada, uma futura engenheira, uma secretária executiva (que fala umas 5 línguas, mais ou menos) e outra que estar por vim, futura médica, me sinto um pouco incapaz de escrever tão bem como elas, mas que fique bem claro que tenho orgulho de ser economista doméstica ( Eu amooo ser economista doméstica hauhauhuah). Mas a verdade é que tenho muito orgulho das gatinhas dessa rep. viu.
Bom, ao longo da nossa jornada eu prometo melhorar a escrita, quando estiver mais inspirada ( e sem papas na língua , hauhauhau)
No mais, apenas um convite a fazer..... Boraa pra Recife amanha? Curtir uma praia? rs.
Lembrarei a cada instante de todas as minhas The lícias e seguidoras, e garanto a viagem não será a mesma sem vocês.....
Na volta, prometo contar todas as minhas peripécias por la =)
Amo vocês meninas (os).

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Dia da Independência

Alô, Brasil! Feliz Dia da Indepêndencia!
Mas apesar do nosso país ser livre há anos e não haver mais escravidão, todos os dias vejo gente que não é livre. Inclusive quando olho um espelho.
Percebo que nem todo mundo que se auto-proclama livre verdadeiramente é. Talvez nem eu seja, nem você, que está lendo.
A gente acaba se prendendo e ficando escravo de manias, comodismos, opinões. Construímos um mundinho e nunca saímos de lá, talvez nem percebendo que tem muito mais coisa pra ser vista e vivida nessa vida.
O que o outro vai pensar costuma prender muita gente, impedir de fazer o que se quer de verdade. Da minha parte, muitas vezes fico presa por achar que não sou capaz, que não vou dar conta, que tudo é distante demais.
NÃO É!
 Quebrar as correntes que nos deixam no nosso mundinho, na nossa zona de conforto, nem sempre é fácil. Mas muitas vezes as correntes já estão até corrídas, fracas, e nos mantemos preso pela ilusão de ter uma corrente mais forte nos segurando. É preciso coragem e desapego pra ver a realidade.
Hoje é o Dia da Indepêndencia do Brasil, mas para quem quer ser livre de alma, todo dia pode ser o dia da indepêndencia.


Zana Ferreira

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Tempo doido...

Tempo doido esse, não? Muito calor pela manhã, muito frio pela noite, e tudo isso no meeeesmo dia... Já li em algum lugar que quem fala sobre o tempo, o faz, por não ter sobre o que falar. Pois hoje é a mais pura verdade, não tenho sobre o que falar. Não tenho? Mentira!!! Tenho tantas coisas a falar que, às vezes, é necessário me mandarem calar a boca. Mas a verdade é que acho muito estranho falar com um ser indefinido, por meio de uma página na internet. Se tenho dificuldades em lidar com as coisas reais, imagina com as virtuais. Primeiro preciso me acostumar com a situação, depois criar uma relação com o blog, confiar nele... (Ops, isso é para pessoas, e ainda assim...) Exageros, ironias e personificações à parte, se sou desse jeito na vida, por que aqui seria diferente? Mas, assim como na vida, aos poucos acabo por colocar as asas para fora por aqui também, disso não tenho dúvidas! Já de todo o resto...


Carol


domingo, 4 de setembro de 2011

Ainda assim, tudo pode mudar!

Já te aconteceu isso alguma vez na vida? Quando num certo momento, você faz algo, por impulso, por vontade instantânea, sem razão, motivo ou precisão e no ato, você se arrepende? Então, nessas horas que eu queria que alguém me concedesse o "poder" do personagem Evan Treborn (Ashton Kutcher) em "O efeito borboleta" (meu filme preferido, diga-se de passagem) pra que assim, eu pudesse alterar algum detalhe, um acontecimento que talvez pudesse mudar um pouco a realidade de hoje... se isso acontecesse, eu saberia exatamente onde eu queria voltar. Tem coisa que a gente faz e se arrepende depois de um tempo, mas tem coisa que não precisa nem passar um segundo, bate o arrependimento no exato momento. Mas, mais difícil que voltar e tentar consertar o que ficou lá trás, é entender como uma coisa tão irrelevante pôde comprometer o rumo da história.
Mesmo fazendo o possível e o impossível pra reverter a situação, o fato não deixou de ser um obstáculo da trama.
Mas ainda fica uma dúvida. Será que se eu mudasse esse ponto crucial do enredo estaria tudo do modo como eu queria que estivesse?
É, tem certas coisas que eu não sei dizer.
A meu ver seria mais coeso, mais coerente e até mesmo mais simples se deixasse isso de lado e seguisse em frente, sem relevar coisas efêmeras e insignificantes .Eu mesma passei por cima de inúmeras coisas. Porque é assim que a vida é. Somos feitos de erros e acertos. E não foi bom todo esse tempo? Então, pronto. Pena que não é todo mundo que pensa como eu.
Mesmo depois de todo esse tempo, depois de tudo que já passou e rolou, eu aceito, não tão facilmente quanto parece, mas aceito. Aceito que não dá pra mudar o pensamento alheio, aceito que você não compreendeu o que de fato aconteceu. Aceito sua consideração de carinho no topo da minha cabeça. Aceito que você não pensou em mim, nesse caso. Aceito seu orgulho dito até agora, inalterável. E apenas aceito tudo isso, porque toda raiva, toda indignação, toda repulsão se calam pra ver você passar.
Entretanto, peço todos os dias pra que a vida te dê muitas dúvidas em relação a tudo isso. Porque é na incerteza do não que o sim aparece. E aí, meu bem, a gente se esbarra. E tenho dito!

Rafa de Sena